A Professora Vera Menezes fez uma apresentação sobre: O Uso da Tecnologia no Ensino de Línguas Estrangeiras - breve retrospectiva histórica.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Lançamento do Livro - III Encontro Nacional Sobre Hipertexto
Na semana passada (29 a 31 de outubro) eu participei do III Encontro Nacional de Hipertexto, onde apresentei um recorte da minha dissertação de mestrado ao falar sobre O uso do software educativo por professores de língua inglesa. Foram três de muitas apresentações, palestras e mini-cursos. Gostei muito!
Pude encontrar velhos e novos amigos, ex-professores, minha banca inteira de mestrado estava lá (e olha que o Prof. Dr. Júlio Araújo é do Ceará), sem contar que boa parte do meu referencial teórico (bibliografia) também estava presente.
Na noite do coquetel, fiz o lançamento do meu livro Mansfield Park na noite de autógrafos, que chamei de noite de dedicatórias. :)
Abaixo, algumas fotinhas do evento:
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III Encontro Nacional de Hipertexto
Histórico
O I Encontro Nacional sobre Hipertexto aconteceu nos dias 27, 28 e 29 de outubro de 2005, na Universidade Federal de Pernambuco, em Recife. O subtítulo “desafios linguísticos, literários e pedagógicos” dava uma ideia do leque de temas abarcados pela relação entre linguagens e tecnologias, com interfaces em diversas áreas do conhecimento. O Hipertexto 2005 foi coordenado pelos professores Antônio Carlos Xavier e Luiz Antônio Marcuschi, e contou com a presença de mais de 500 pesquisadores brasileiros.
Em 2007, aconteceu o II Encontro Nacional sobre Hipertexto, organizado pelo Programa de Pós-Graduação em Linguística da UFC, com o apoio do NEHTE-UFPE e sediado na Universidade Federal do Ceará. O Hipertexto 2007, presidido pelo professor Júlio César Araújo, abordou temas como linguística, literatura, educação, educação à distância e sociedade da informação. Foram aproximadamente 600 pesquisadores envolvidos em mesas temáticas e comunicações.
Naquela ocasião, foi fundada Associação Brasileira de Estudos de Hipertexto e Tecnologia Educacional (ABEHTE), sob a presidência do professor Antônio Carlos Xavier e a vice-presidência do professor Júlio César Araújo. A primeira-secretária da ABEHTE, professora Ana Elisa Ribeiro, assumiu a presidência do III Encontro Nacional sobre Hipertexto, o Hipertexto 2009, sediado em Belo Horizonte.
O Encontro Nacional sobre Hipertexto vem consolidando sua importância na agenda dos pesquisadores de linguagens e tecnologias do Brasil. Para confirmar essa tendência, o Hipertexto 2009 busca os desdobramentos das pautas dos eventos anteriores, propõe discussões nas interfaces entre diversas áreas, além de, pela primeira vez, trazer convidados estrangeiros para o diálogo com os pesquisadores brasileiros.
A importância de um evento como este está não apenas em seu caráter de fórum contemporâneo e afinado com uma das discussões mais inquietantes de nosso tempo, mas também na abrangência que ele sempre teve e deseja ampliar.
http://www.hipertexto2009.com.br/
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quinta-feira, 19 de março de 2009
O dia depois de amanhã

Decidi colocar o título deste post sobre minha defesa de mestrado assim após sugestão de minha amiga Lília dos Anjos:
"O Dia Depois de Amanhã.... porque vc espera tanto que o dia chegue, que o dia que vem depois é onde a gente conta como foi né?"
No meu caso é a semana depois de amanhã! Me permitir ficar por uma semana sem blogar após a defesa para descansar, apesar de voltado ao trabalho no dia seguinte à defesa.
Abaixo apresento os slides da minha defesa e em seguida uma foto tirada logo em seguida o recebimento do título de mestre!
segunda-feira, 2 de março de 2009
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Uma Tese é uma Tese
UMA TESE É UMA TESE Mário Prata
Sabe tese, de faculdade? Aquela que defendem? Com unhas e dentes? É dessa tese que eu estou falando. Você deve conhecer pelo menos uma pessoa que já defendeu uma tese. Ou esteja defendendo. Sim, uma tese é defendida. Ela é feita para ser atacada pela banca, que são aquelas pessoas que gostam de botar banca.
As teses são todas maravilhosas. Em tese. Você acompanha uma pessoa meses, anos, séculos, defendendo uma tese. Palpitantes assuntos. Tem tese que não acaba nunca, que acompanha o elemento para a velhice. Tem até teses pós-morte.
O mais interessante na tese é que, quando nos contam, são maravilhosas, intrigantes. A gente fica curiosa, acompanha o sofrimento do autor, anos a fio. Aí ele publica, te dá uma cópia e é sempre – sempre – uma decepção. Em tese. Impossível ler uma tese de cabo a rabo.
São chatíssimas. É uma pena que as teses sejam escritas apenas para o julgamento da banca circunspeta, sisuda e compenetrada em si mesma. E nós?
Sim, porque os assuntos, já disse, são maravilhosos, cativantes, as pessoas são inteligentíssimas. Temas do arco-da-velha.
Mas toda tese fica no rodapé da história. Pra que tanto sic e tanto apud? Sic me lembra o Pasquim e apud não parece candidato do PFL para vereador? Apud Neto.
Escrever uma tese é quase um voto de pobreza que a pessoa se autodecreta. O mundo pára, o dinheiro entra apertado, os filhos são abandonados, o marido que se vire. Estou acabando a tese. Essa frase significa que a pessoa vai sair do mundo. Não por alguns dias, mas anos. Tem gente que nunca mais volta.
E, depois de terminada a tese, tem a revisão da tese, depois tem a defesa da tese. E, depois da defesa, tem a publicação. E, é claro, intelectual que se preze, logo em seguida embarca noutra tese. São os profissionais, em tese. O pior é quando convidam a gente para assistir à defesa. Meu Deus, que sono. Não em tese, na prática mesmo.
Orientados e orientadores (que nomes atuais!) são unânimes em afirmar que toda tese tem de ser – tem de ser! – daquele jeito. É pra não entender, mesmo. Tem de ser formatada assim. Que na Sorbone é assim, que em Coimbra também. Na Sorbone, desde 1257. Em Coimbra, mais moderna, desde 1290.
Em tese ( e na prática) são 700 anos de muita tese e pouca prática.
Acho que, nas teses, tinha de ter uma norma em que, além da tese, o elemento teria de fazer também uma tesão (tese grande). Ou seja, uma versão para nós, pobres teóricos ignorantes que não votamos no Apud Neto.
Ou seja, o elemento ( ou a elementa) passa a vida a estudar um assunto que nos interessa em nada. Pra quê? Pra virar mestre, doutor? E daí? Se ele estudou tanto aquilo, acho impossível que ele não queira que a gente saiba a que conclusões chegou. Mas jamais saberemos onde fica o bicho da goiaba quando não é tempo de goiaba. No bolso do Apud Neto?
Tem gente que vai para os Estados Unidos, para a Europa, para terminar a tese. Vão lá nas fontes. Descobrem maravilhas. E a gente não fica sabendo de nada. Só aqueles sisudos da banca. E o cara dá logo um dez com louvor. Louvor para quem? Que exaltação, que encômio é isso?
E tem mais: as bolsas para os que defendem as teses são uma pobreza.
Tem viagens, compra de livros caros, horas na Internet da vida, separações, pensão para os filhos que a mulher levou embora. É, defender uma tese é mesmo um voto de pobreza, já diria São Francisco de Assis. Em tese.
Tenho um casal de amigos que há uns dez anos prepara suas teses. Cada um, uma. Dia desses a filha, de 10 anos, no café da manhã, ameaçou: - Não vou mais estudar! Não vou mais estudar na escola. Os dois pararam – momentaneamente – de pensar nas teses.- O quê? Pirou? - Quero estudar mais não. Olha vocês dois. Não fazem mais nada na vida. É só a tese, a tese, a tese. Não pode comprar bicicleta por causa da tese. A gente não pode ir para a praia por causa da tese. Tudo é pra quando acabar a tese. Até trocar o pano do sofá. Se eu estudar vou acabar numa tese. Quero estudar mais não. Não me deixam nem mexer mais no computador. Vocês acham mesmo que eu vou deletar a tese de vocês?
Pensando bem, até que não é uma má idéia! Quando é que alguém vai ter a prática idéia de escrever uma tese sobre a tese? Ou uma outra sobre a vida nos rodapés da história? Acho que seria um tesão.
(Fonte: PRATA, Mário. Minhas tudo. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. p. 52-54)
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quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Discussão sobre Direitos Autorais

No mês passado a UFRJ promoveu um evento para discussão da revisão de leis autorais no Brasil, e contou com apoio do Ministério da Cultura. Mais informações aqui.
Resumo do que planejamento das dicussões que ocorreram por lá:
O evento se propõe a ampliar as discussões sobre os impasses da atual legislação de propriedade intelectual, buscando compatibilizar a proteção legal dos direitos com o acesso a cultura, num cenário de mudanças sociais e tecnológicas que subverte as relações tradicionais com o direito autoral.
Participam do Fórum alguns dos maiores especialistas nas mutações do capitalismo contemporâneo, como o italiano Antonio Negri e o norte-americano Michael Hardt, autores de “Império” e “Multidão”. O tema dos “commons” e as mutações na propriedade intelectual no Capitalismo Cognitivo atravessam os debates.
A Cultura do compartilhamento e da cópia, o uso educacional e não-comercial de filmes, livros e música, o direito de acesso aos bens culturais, a criminalização dos consumidores, as novas formas de negócios “abertos”, o domínio público, as novas formas de licenciamento e de remuneração do autor e os impasses e desafios para criadores, produtores e consumidores de cultura e seus agentes serão debatidos por teóricos, professores universitários, advogados, líderes de movimentos sociais e empresários, estudantes de Comunicação, Direito, Economia, criadores, etc.
Em virtude das mudanças sociais, do avanço tecnológico, e do conseqüente surgimento de novos arranjos de produção e distribuição de cultura, a questão do direito autoral mobiliza não apenas os profissionais do Direito, mas múltiplos segmentos da sociedade.
O Fórum Livre terá a participação do Coordenador Geral do Direito Autoral do Ministério da Cultura, Marcos Alves de Souza, do Ministro da Justiça, Tarso Genro e do Secretário de Programas e Projetos Culturais do MinC, Célio Turino, além de especialistas e teóricos do Brasil, EUA, França, Itália e América Latina.
O Fórum propõe ampliar os questionamentos políticos, sociais e éticos, oferecendo mecanismos de produção e possibilidades de políticas públicas e de arranjo legal que democratizem o acesso à cultura, sem prejuízo aos produtores e empresários desses setores. Pretende-se também mobilizar estudantes, professores, advogados, profissionais da Comunicação, ativistas e produtores culturais em torno das mudanças urgentes e inadiáveis na relação entre os poderes público e privado e o setor dos direitos autorais.
O Fórum Livre do Direito Autoral tem o formato de Seminário, com a realização de oito mesas, abertas ao público, com transmissão on-line. Ao final do Fórum, as propostas discutidas ao longo de três dias serão encaminhadas para o Ministério da Cultura em carta aberta da sociedade civil propondo mudanças na lei.
O Fórum também marca o início das atividades do Pontão de Cultura Digital da ECO/UFRJ.
Inscreva-se (os participantes terão certificado) e confira a programação completa, no site: http://forumdireitoautoral.pontaodaeco.org/
Além disso, em São Paulo foi escrita uma 'Carta de São Paulo pelo Acesso a Bens Culturais':
Nós acadêmicos, artistas, escritores, professores, editores e membros da sociedade civil abaixo assinados, movidos pela convicção quanto à necessidade de promover a universalização do acesso a obras literárias, artísticas e científicas e conscientes da necessidade de proteção dos direitos autorais contra usos comerciais indevidos, tornamos público alguns consensos quanto à necessidade de reforma da lei de direito autoral.
As novas tecnologias de informação e comunicação potencializaram o compartilhamento de conteúdos culturais. Tais práticas, sem envolver transações monetárias, trazem novas possibilidades de efetivação dos direitos à educação, à cultura, à informação e à comunicação.
Por outro lado, tem-se defendido que o controle da troca de arquivos na Internet seja feito por meio do monitoramento do cidadão no seu acesso à rede. Isso somente poderia ocorrer através da violação do direito à privacidade e com severas ameaças à liberdade de expressão e de comunicação. Entendemos que esse não é o melhor caminho, e que a reforma da lei deve ser realista face às novas tecnologias e práticas sociais.
Destacamos que somos contra quaisquer usos comerciais da obra sem autorização de seu titular de direitos. Ressaltamos ainda a necessidade de reequilibrar a posição do autor frente aos intermediários culturais, de forma a potencializar as alternativas dos autores de produzir, distribuir e comercializar suas obras diretamente por meio das novas tecnologias da informação. Este equilíbrio conferiria maior autonomia e independência econômica aos autores, permitindo alargar as fronteiras ainda muito limitadas do mercado cultural.
Por fim, entendemos que é necessário harmonizar os interesses público e privado no acesso à cultura. Para isso, é necessário reequilibrar a tutela do direito individual de exploração da obra intelectual (cujo detentor freqüentemente não é o próprio autor da obra) com a tutela do direito coletivo de acesso à cultura, direito este tão fundamental quanto o direito autoral e cuja previsão encontra-se igualmente no corpo de nossa Constituição Federal. A criação é um fruto que tem origem no patrimônio cultural coletivo da sociedade e nesse sentido, sua fruição não pode ser restringida de forma desarrazoada.
Para atender esses fins, acreditamos que são necessárias as seguintes reformas na Lei de Direito Autoral:
1) Permissão da cópia integral privada sem finalidade de lucro.
2) Permissão da livre utilização de obras protegidas com direito autoral, desde que tal uso não possua finalidade comercial direta ou indireta (por exemplo, por meio da publicidade). Por isso, entendemos que é necessário que a lei defina de forma clara, e em especial no que se refere ao ambiente digital, o que é e o que não é uso não-comercial de uma obra.
Tal medida reconhecerá a legitimidade do espaço público não comercial de compartilhamento de obras culturais cuja existência não compromete a justa remuneração dos criadores nem a existência de um ambiente comercial lucrativo que se adapta à nova realidade por meio dos chamados novos modelos de negócios.
3) Permissão da conversão de formatos e suportes de obras protegidas, de forma que instituições arquivísticas possam adequadamente guardar e disponibilizar o patrimônio cultural e que o usuário possa utilizar uma obra legalmente adquirida em diferentes dispositivos de execução.
4) Introdução de um dispositivo assegurando o uso livre e gratuito para obras órfãs, para as quais se tentou razoavelmente determinar a autoria.
5) Redução do prazo de proteção do direito de autor dos atuais 70 anos após a morte do autor para 50 anos após sua morte.
Tal mudança permitirá uma ampliação do domínio público e não entrará em contradição com as obrigações internacionais assumidas pelo país na Convenção de Berna e no TRIPS.
6) Proibição da cessão definitiva e exclusiva da obra, limitando o prazo de tal cessão a cinco anos.
Esta limitação visa impedir que os autores se tornem dependentes dos intermediários mediante a cessão definitiva e exclusiva dos direitos de sua criação, forçando a renegociação da relação contratual de tempos em tempos, permitindo inclusive ao autor aproveitar-se de uma valorização comercial da obra. Ademais, a limitação dos prazos de cessão permitirá que os autores retomem o controle sobre as obras após a expiração do seu potencial de exploração comercial.
7) Remoção do artigo que proíbe o contorno de travas anti-cópia e a introdução de uma proibição da inserção em equipamentos eletrônicos de qualquer dispositivo anti-cópia (chamados de DRM e TPM) que impeça aos usuários de exercer qualquer direito legal de que sejam titulares, como os direitos de acesso previstos nas limitações e exceções ao direito autoral, e a visualização e cópia de obras cujos direitos autorais já se extinguiram ou foram renunciados por seu titular.
Os dispositivos anti-cópia têm sido utilizados para impor restrições de acesso adicionais àquelas estabelecidas por lei. Isso tem impedido os cidadãos de fazer valer os seus direitos previstos nas limitações e exceções, ou aqueles originados pelo fim da proteção concedida pelo direito autoral. Além disso, é importante que a lei proíba a criação de dispositivos anti-cópia ou qualquer outro tipo de tecnologia que possa impedir o exercício de quaisquer direitos de acesso legítimos.
8) Introdução de um dispositivo de licenciamento compulsório de obras protegidas pelo direito autoral como mecanismo necessário para promover o acesso à cultura e ao conhecimento e para evitar práticas anti-concorrenciais frente a restrições não razoáveis de acesso às obras.
Sempre que houver abuso de direito, o Estado deveria estar equipado para determinar o licenciamento compulsório de obras, havendo sempre como contrapartida a justa remuneração dos detentores de direito autoral. Um tal dispositivo seria particularmente relevante para garantir o acesso a criações de autores já falecidos cujas obras são mantidas em sigilo por parte dos herdeiros e para garantir o acesso de estudantes de curso superior a manuais didáticos que têm frequentemente preços abusivos e limitam as políticas de ampliação do acesso ao ensino superior.
9) Revisão do capítulo de gestão coletiva, estabelecendo procedimentos que garantam maior transparência e participação dos criadores.
10) Permissão de livre reprodução e utilização das obras culturais produzidas integralmente com financiamento público resguardando-se o direito moral do autor.
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quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Ensino Superior à Distância

Igor gomes, um ex-aluno de inglês instrumental, resolveu ir estudar nos EUA para aprimorar seus conhecimentos da língua e estando lá decidiu fazer mestrado e foi admitido no Curso de Marketing Communications do EmerSon College em Boston. Depois disso trabalhou como voluntário em várias frentes de trabalho social envolvendo comunidades brasileiras. Igor também fez estágio na ONU no verão passado (junho - agosto) o que lhe possibilitou novas amizades e novas perspectivas.
Hoje Igor Gomes trabalha no UCB (Universidade Católica de Brasília) e é responsável pela dos cursos nos EUA (Estratégias de parceria, comunicacao e marketing). Além de trabalhar com Ilma Paixao que é uma líder comunitária em Boston/MA.
Para se informar mais sobre os cursos da UCB, veja:
Serviço
Universidade Católica de Brasília – Polo Boston
150 Byron Street - East Boston, MA
857.272-4054 – Igor Gomes
774.232-3483 – Ilma Paixão
Telefone no Brasil
55-61-3356.9318
www.catolicavirtual.br
Vestibular
US$ 20 - As inscrições poderão ser feitas até o dia 19 de janeiro no site da UCB.
Universidade Católica de Brasília – Polo Boston
150 Byron Street - East Boston, MA
857.272-4054 – Igor Gomes
774.232-3483 – Ilma Paixão
Telefone no Brasil
55-61-3356.9318
www.catolicavirtual.br
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US$ 20 - As inscrições poderão ser feitas até o dia 19 de janeiro no site da UCB.
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